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POEMAS DIVERSOS, Poemas y Poesia - Su Poema Publicado

Poema POEMAS DIVERSOS (Leído veces)

Por joaozinho


MATAS VERDES

Há mais de quinhentos anos
Que este evento se cumpriu
Herdou um nome tão lindo
É chamado de Brasil

Matas verdes e céu tão límpido
Que muitos olhos não viram
Tudo isso é lembrança
Do nosso querido Brasil

Céu azul águas brilhantes
Parecia um cristal
Tudo isso nos retrata
Nosso hino nacional

Mas passando alguns tempos
Tudo se modificou
As águas ficaram sujas
O verde quase acabou

O céu que era tão límpido
Nada disso mais restou
Só podemos ver fumaças
E o azul se misturou

Águas limpas poluíram-se
A riqueza se acabou
Os nativos dessa terra
Pouco deles nos restou

Vejam o céu tão poluído
Verde quase não tem mais
Só se vê petróleo em águas
E morte dos animais

Povos livres brasileiros
Lutai com dedicação
Defendei nosso Brasil
Contra essa poluição

Autor: João do Rozario Lima

BEIJA FLOR

Pelas paisagens alegres e ensolaradas,
Surge a primavera toda florida.
Dando encanto às paisagens,
Como renda colorida.

Entre as verdes ramagens azuis do céu,
Num vôo lento e galante.
Sugando das flores o nécta,
Com beijos comprometedores,
Surge um errante beija-flor.

Nessas viagens sem fronteiras,
Cores, botões, perfumes e belezas.
Porem com significado,
De aventuras vagas e passageiras.

Já cansado e desiludido,
Em um único vôo ele pousa.
Dando seu único beijo,
Recordando a felicidade que encontrou naquelas rosas.

Autor: João do Rozario Lima

MAR DOS SONHOS

Ao longo raiava a manhã,
Acenava – me com felicidade.
As milhas imaginárias nos separavam,
Nada mais era a minha própria imagem.

Lá estava ela a beira mar,
Agitando, um lenço na mão.
As ondas se mesclavam num turbilhão,
Olhava tímido recostado em meus pensamentos.

A embarcação como se ancorada,
Sem que movesse uma só vela.
Estacionava-se em pleno oceano,
Dando-me apenas uma contemplação.

Opunha-me na imensidão do mar,
Sonhando no ancoradouro.
O estreito de seus braços,
Esperava que nunca acordasse.

Autor: João do Rozario Lima

PENSAMENTOS

Junto com o vento,
Sentia o perfume das flores.
Percebia a primavera,
Antes que se punham as flores.

Percebia as borboletas,
Que pairavam pelo ar.
Graciosas e coloridas,
Pra poderem me alegrar.

Passeavam pelos vales,
De encantos e belezas.
Só existem tantas cores,
Da obra da natureza.

Quando a luz se apagava,
Suave e lentamente.
Somente minha alegria,
Parecia não ter fim.

Com a beleza da estação,
Punha-me a vadiar.
Nas paisagens do universo,
Até o dia termina.

Autor: João do Rozario Lima

SAUDADES

Guardei comigo a esperança,
De nunca desanimar.
Lutar por esta terra,
As paisagens preservá-las.
Falar sempre sobre a vida,
E dela nunca esquecer.
Sempre amar onde vivermos,
Se quisermos aqui viver.

Não depende só de nós,
Pra vida continuar.
Dependemos de outros seres,
Que vivem nesse lugar.

Tem a fauna, tem a flora,
Água doce, céu e mar.
Tem as feras e animais dóceis,
Que devemos respeitar.

Defender nossas paisagens,
E parar de destruí-las.
Preservar o que ainda temos,
E os rios não os poluírem-los.

Autor: João do Rozario Lima

MAIOR AMOR

Há coisa maior no mundo,
Que seja com todo acerto.
O nascer do amor profundo,
Que todos aqui tem direito.

Crescei e cuidai da terra,
Isso nos disse o senhor.
Palavras tão doces e singelas,
Do nosso bom criador.

Não traia a beleza infinita,
Quando mergulhamos nas lutas.
Lembrem-vos dos santos conselhos,
Das coisas maiores desse mundo.

Lembrai-vos daquelas palavras,
Disse cristo ao morrer.
É preciso sermos salvos,
Antes de o corpo morrer.

Não pode amar a riqueza,
Nem mesmo a ela apegar.
Ser rico é bom nesta vida,
Em outra não vai precisar.

Somente aqui nesta terra,
Quem sabe tu vai precisar.
Morrendo aqui deixa tudo,
No além nada disso entrará.

Autor: João do Rozario Lima

INESQUECIVEL

Tem em seus olhos ó divinal mãe,
A candura lirial de um sol nascente.
Es tão formosa como a luz do dia,
Que mantissa seus cabelos docemente.

Quando a luz da manhã acaricia,
Do teu rosto a divinal frescor.
E quanto mais eu procuro minha mãe,
Seus olhos tão singelos e puros.

Se quisesse dizer-te meus desejos,
Não seria morrer sem que eu veja.
Seu sorriso que eu possa e veja,
O resumo de tudo que eu quisera.

Entre todos os sonhos escolhida,
Pra final de toda eu diria.
Ao som da noite murmurar,
O nome da mãe que eu queria.

Autor: João do Rozario Lima


Por joaozinho



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