Poema PEÇAS DE TEATRO (Leído veces)

Por MEUS POEMAS

O LEÃO E O MOSQUIUTO

LEÃO:
Que sombra maravilhosa. Não precisa de vida melhor, barriga cheia e sombra freesca.

MOSQUITO:
Olá senhor leão como vai com essa força/

LEÃO:
Eu vou bem as minhas custas, ainda bem que não preciso preocupar com um inseto idiota e desprezível como você que nem tem carne para matar minha fome.

MOSQUITO:
Há! Senhor leão que se diz rei dos animais, aposto que não pode comigo.

LEÃO:
Não me faça rir idiota, se eu der um espirro você não sebe nem onde vai parar.

MOSQUITO:
Esta bem falso rei, você declarou guerra.

LEÃO:
Ra...ra..ra...ra...ra...

MOSQUITO:
Pegue esta leão. Tuimmmmmmmmm.

LEÃO:
Uauuuuuu..

MOSQUITO:
Doeu em, foi bem no focinho.

MOSQUITO:
Tuimmmmmmm.

LEÃO:
Ruaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

MOSQUITO:
Gostou leão, está perdendo feio. Onde está sua pose de rei agora?

LEÃO:
Há..há.há. há.há. há.há. há.há. há.há. há.há. há.há.

MOSQUIRO:
Vejo que está cansado, está quase colocando o coração pela boca.

LEÃO:
Só um pouquinho, dê-me um pouco de tempo e depois começamos a briga.
MOSQUITO:
Como quiser grande senhor o boi é um animal muito mais forte que você e eu o derrotei, faço dele o que quero.

LEÃO:
Está bem mosquito você venceu, me deixe em paz.

MOSQUITO:
Olhe aqui leão a partir de hoje declaro guerra a você.

LEÃO:
Pare. Pare por favor eu já não agüento mais, por favor pare você me derrotou.

MOSQUITO:
Eu lhe venci leão. Quem é mais forte do que eu?

MOSQUITO:
Zummmmmmmmmmm. Adeus leão. Zommmmmmmmmmmmm.

LEÃO:
O que foi valente mosquito? Venceu o rei dos animais e foi pego por uma aranha?

ARANHA:
Que delicia de jantar, há mosquito deveria ter cuidado por onde passa.

LEÃO:
É valente mosquito deveria ter cuidado com as pequenas coisas ensiguinificante aos nossos olhos são elas que nos derrotam.

O LOBO DISFARÇADO

LOBO:
Há como estou cansado. Que fome. Se conseguisse uma ovelha para comer.

OVELHAS:
Bééééé...bééééé...béééééééééé. o lobo vem vindo, vamos para perto do pastor.

LOBO:
O que faço meu Deus? Assim vou morrer de fome> tenho que inventar alguma coisa para pegar uma ovelha.

OVELHAS:
Béééééé.. bééééééé...béééééé. estou sentido cheiro do lobo vamos para perto do cachorro e do pastor.

LOBO:
Já sei! Vou disfarças de pastor e agarro-as.

OVELHAS:
Bééééé. Béééé...bééééééééé...
LOBO:
Agora elas não vão me reconhecer estou igual o pastor, vou mostrar estas ovelhinhas idiotas.

OVELHAS:
Bééééé...parece que o lobo desistiu e foi embora.

LOBO:
Este casaco está idêntico com este chapéu, ficou igualzinho o pastor. Só falta guiar as idiotas até a minha toca.

PASTOR:
Há está tudo calmo, vou tirar um cochilo.

LOBO:
Há um chicote, isto vai servir, ta..tá..tá..

OVELHAS:
Béééééé...béééé...bééééé. olobo, fujam.

LOBO:
Mecham-se preguiçosas.

PASTOR:
O lobo!!! Pega Leão pega.

LEÃO:
Au..au...au...au..au...

LOBO:
Deixa eu fugir, desta vez não consegui...

PASTOR:
Páááááááá. Suma maldito lobo se não eu lhe mato.

O MERCADOR ESPERTO E O VIZINHO AMBICIOSO.

MERCADOR:
Olá vizinho; gostaria de lhe pedir um grande favor.

VIZINHO:
O que eu posso fazer pelo senhor sendo eu tão humilde e o senhor tão poderoso.

MERCADOR:
Poderia guardar este saco de ouro para mim?

VIZINHO:
Mas é claro meu senhor com muito prazer, fique sossegado que vou cuidar muito bem do seu ouro.

MERCADOR:
Que viagem cansativa! Agora tenho que voltar. A sim estava esquecendo, vou buscar meu ouro.

VIZINHO:
Vou vender este ouro e comprar bastantes coisas.

MERCADOR:
Olá vizinho cheguei e vim buscar meu ouro.

VIZINHO:
Hiiiiiii, é agora como vou fazer?

MERCADOR:
Está falando sozinho vizinho.

VIZINHO:
Não meu senhor é que as vezes penso alto.

MERCADOR:
Está bem vizinho vim buscar meu ouro.

VIZINHO:
A sim seu ouro... Ai de mim.. Acabou. Escondi-o no celeiro com todo cuidado e um rato o devorou.

MERCADOR:
Impossível! Desde quando ratos comem ouro, em vez de queijos e cereais?

VIZINHO:
Esse rato deveria de ser de uma raça especial senhor.

MERCADOR:
Está bem já que é assim o que eu posso fazer.

MERCADOR:
Guardas vão a casa daquele vizinho que eu dei meu ouro para guardar e traga o filho dele para mim e prendam no porão, mas não deixe que seu pai veja.

VIZINHO:
Senhor!! Senhor!! Meu filho desapareceu misteriosamente. Ele é meu único filho.

MERCADOR:
Eu sei quem o raptou. Ontem a noite eu vi uma coruja agarra-lo e leva-lo voando.

VIZINHO:
Uma coruja? Impossível! Como poderia levantar um garoto? Não tem força suficiente.

MERCADOR:
Meu amigo, num pais onde os ratos roem ouro, porque duvidar?
VIZINHO:
Está bem meu senhor, entendi, espere um poço que já volto>

MERCADOR;
Acho que o vizinho entendeu mesmo.

VIZINHO:
Vamos escavar mulher e encontrar o ouro do mercador e trocar pelo nosso filho.

MULHER:
Homem desnaturado e trapaceio você foi capaz de fazer isto escondendo o ouro do mercador.

VIZINHO:
Pronto senhor está aqui seu ouro, agora devolva meu filho.

MERCADOR:
Está bem vizinho ambicioso e trapaceiro que isto sirva de lição não faça aos outros nada que não gostaria que fizessem com você.


O MOENDEIRO, O MENINO E O BURRO.

MOENDEIRO:
Já estou ficando velho e cansado, acho que vou aposentar.

MENINO:
Pai e o burro, o que vamos fazer com ele?

MOENDEIRO:
É filho, agora não vamos mais precisar dele para tocar o moinho, o que fazer?

MENINO:
É pai já está ficando tarde, vamos dormir amanhã veremos o que fazer com o burro.

MOENDEIRO:
Meu filho já é dia, vamos acordando, temos que partir.

MENINO:
Papai? O que vamos fazer com o burro?

MONEDEIRO:
É filho é uma pena ter que dispensar quem nos serviu tanto tempo.

MENINO:
É mesmo pai é lamentável.

MOENDEIRO:
Tive uma idéia, vamos levá-lo até a cidade e vende-lo, precisamos de dinheiro.

MENINO:
Pai! A cidade é longe e ele não vai agüentar ir andando, é perigoso ele morrer de cansaço.

MOENDEIRO:
Tive uma idéia filho.

MENINO:
Que idéia pais?

MOENDEIRO:
Vamos fazer uma cadeira e colocar o burro encima e nós dois carregamos ele.

PESSOAS;
Que absurdo! Eles é que carregam o burro e não o contrário.

MOENDEIRO:
Está bom filho para que ninguém fale você monta no burro e eu puxo ele.

PESSOAS:
Que vergonha o garoto vai montado numa boa e o velhinho de pé na frente puxando.

MOENDEIRO:
Filho desce do burro, agora quero calar a boca desse povo, quem vai montado sou eu.

MULHERES:
Vejam! Que velho sem coração, o pobre do menino caminhando e ele bem numa boa montado.

MOENDEIRO:
Monte aqui meu filho, vamos calar esse povo.

PESSOAS:
Que covardia! Vão matar o coitado do burro.

MOENDEIRO:
Vamos descer meu filho, quem sabe assim esse pessoal nos deixe em paz.

PESSOAS:
Olhem só dois idiotas, será que alguma moda caipira de levar o burro para passear?

MOENDEIRO:
Burro sou eu que ouvi tantos conselhos e passei como egoísta explorador de burro. Agora vou fazer do meu jeito vou vender este burro por um bom preço.



AS ORELHAS DA LEBRE:

LEÃO:
Oi unicórnio, agora vou lhe comer.

UNICORNIO:
Há leão experimente, vou lhe vazar com meu chifre.

LEÃO:
Pronto Unicórnio lá vou eu, ruaaaaaa.

UNICORNIO:
A leão não lhe disse, você não é tão feroz assim, e muito valente na emboscada, agora está arrasado e ferido.

LEÃO:
A partir de hoje todos os animais que tiver chifres terá que abandonar esta floresta.

MENSAGEIROS DO LEÃO:
O rei leão decreta a partir desta data todos os animas que tiver chifres terá de abandonar a floresta, se alguém que portar chifres for encontrado será punido com a morte.

BICHARADA:
Onde se viu isso, quem ele pensa que é expulsar os outros animais.

CORUJA:
Olhe bem pessoal, sou sabia e experiente, não provoque o leão, é melhor irem embora, a floresta é grande, dá para todos viverem.


TOUROS:
As vacas e os bezerros, todos os animais que tenham chifres me acompanhem, vamos procurar um lugar para nós.


.LEÃO:
Que maravilha, meus inimigos se foram.

LEBRE:
Meu Deus! Minhas orelhas! Se os guardas do leão me vir vão pensar que são chifres.

GRILO:
Olá amiga lebre o que foi? Parece estar tão apavorada?

LEBRE:
Vou embora amigo, adeus.

GRILO:
O que isso amiga, que desespero é este?

LEBRE:
“Há amigo” é porque minhas orelhas parecem chifres, todos que me virem vão me perseguir.
GRILO:
Ficou louca comadre? Qualquer um pode ver que essa é a forma das orelhas que Deus lhe deu.

LEBRE:
Sei disso, e você também. Mas e os outros?

GRILO:
Que bobagem comadre:

LEBRE:
Não há nada que eu possa fazer, adeus amigo grilo.

GRILO:
Você é quem sabe comadre, mas acho que deve lutar pelos seus direitos, mesmo que tenham de enfrentar os poderosos.


A PELE DO URSO:

DOIS AMIGOS: José e Manoel.

JOSÉ:
Manoel! Temos de parar para descansar e comer alguma coisa estou cansado e com fome.



MANOEL:
Está bem José, lá adiante tem uma luz, vamos até lá e ver se achamos algo para comer e um lugar para dormir.

DONO DA ESTALAGEM:
Olhem meus amigos, temos comida e quartos para alugar, mas já vou logo avisando, aqui tem um urso muito feroz.

HÓSPEDES:
Não é só isso: o pelo do animal daria para fazer dois casacos de pele.

JOSÉ E MANOEL:
Uma pele preciosa então!

HOSPEDEIRO:
Tão preciosa que eu pagaria até dez barras de ouro por ela.

JOSÉ E MANOEL:
Negocio fechado, então amanhã traremos a pele do bicho.


MANOEL:
José, acorde, é hora de casar o tal urso, levante e vamos.

JOSÉ:
Manoel, o que vamos fazer com o ouro quando nós ganharmos?

URSO:
Uau . uau. Uau.

MANOEL:
José que bicho enorme! Ele vai nos comer, o que faremos?

JOSÉ:
Suba na árvore Manoel, depressa.

MANOEL:
Não consigo subir, vou fingir de morto quem sabe ele não me coma.

URSO:
Um! Está morto, não serve, vou embora.

MANOEL:
Dessa nos livramos por milagre!

JOSÉ:
Manoel, enquanto o urso cheirava você, eu tive a impressão que ele falava algo em seu ouvido?

MANOEL:
Não se enganou, não. O urso me dizia que não se deve vender nunca uma pele antes de tê-la nas mãos.

URSO:
Nunca prometam nada que não possam cumprir.















Por MEUS POEMAS
Publicado Sunday, April 6 2008



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